❤️ obrigada, amiga. e pior que sim, acho que a escrita só faz sentido em direção ao outro. mesmo que despreocupada em agradar esse outro. tipo uma flecha, sei lá.
Eu penso muito nisso. Como gostar de uma coisa que nos custa tanto? Será que eu escreveria feliz se todos os problemas estivessem resolvidos ou estaria muito ocupada me divertindo em viagens e outros luxos? Talvez eu tenha escolhido a escrita porque era uma forma barata de realizar desejos mas esteja tão cansada da rotina que nem ligue mais pra essa satisfação pequena. Vou ficar pensando nisso...
adorei este texto! também me pego pensando nisso... por exemplo, agora mesmo estou em um projeto longo de escrita de um livro (de cliente), passo o dia todo escrevendo e, quando preciso escrever por prazer, automaticamente vem aquela ressaca mental... mas sabe, às vezes também penso se o tempo de tela não tem uma relação direta com essa sensação. nasci nos anos 90, quando me apaixonei pela escrita, de diários, mal existia celular ou internet... bem, isso, por si só, já daria outra news kkkk acho que vou escrever sobre isso 🤣 um abraço!!!
Gabrielle, legal que fez sentido pra você. Obrigada pela leitura! Eu tô escrevendo um romance bem devagar, tentando equilibrar compromisso e prazer. São só duas páginas por semana, e sofro pra começar, mas terminar parece vencer uma maratona rs. Um abraço!
Essa edição me tocou fundo (ai, que loucura!) porque adoro ter escrito, mas odeio escrever. Dito isso, se eu ganhasse na loteria, escreveria felizão porque todo mundo precisa se voltar a alguma atividade regular e eu ficaria absolutamente charmoso escrevendo em um café à beira do Mediterrâneo.
É um equívoco achar que porque gostou, gostará sempre. De alguém. Ou de uma prática. As experiências se sucedem, com elas o sujeito é outro, e o que outrora tinha determinada valência afetiva pode deixar de ter.
Entretanto, o não gostar indiscriminado, desgostar de tudo, e o olhar enviesado só para uma banda de tragédias, desviando só quando a tequila aparece, aí me parece um problema.
hoje sinto a escrita como uma atividade que precisa escapar um dessa lógica da engrenagem, e como é difícil escapar dela num dia cheio. fica sempre pra depois, mas depois também sempre chega.
talvez voce nao goste de escrever, mas eu certamente gosto de ler. E talvez voce goste de ser lida e esteja aí a explicação. :)
❤️ obrigada, amiga. e pior que sim, acho que a escrita só faz sentido em direção ao outro. mesmo que despreocupada em agradar esse outro. tipo uma flecha, sei lá.
Eu penso muito nisso. Como gostar de uma coisa que nos custa tanto? Será que eu escreveria feliz se todos os problemas estivessem resolvidos ou estaria muito ocupada me divertindo em viagens e outros luxos? Talvez eu tenha escolhido a escrita porque era uma forma barata de realizar desejos mas esteja tão cansada da rotina que nem ligue mais pra essa satisfação pequena. Vou ficar pensando nisso...
Eu pirei um pouco na sua hipótese, Lu: é bem isso. Adorei que o texto conversou com você ❤️
adorei este texto! também me pego pensando nisso... por exemplo, agora mesmo estou em um projeto longo de escrita de um livro (de cliente), passo o dia todo escrevendo e, quando preciso escrever por prazer, automaticamente vem aquela ressaca mental... mas sabe, às vezes também penso se o tempo de tela não tem uma relação direta com essa sensação. nasci nos anos 90, quando me apaixonei pela escrita, de diários, mal existia celular ou internet... bem, isso, por si só, já daria outra news kkkk acho que vou escrever sobre isso 🤣 um abraço!!!
Gabrielle, legal que fez sentido pra você. Obrigada pela leitura! Eu tô escrevendo um romance bem devagar, tentando equilibrar compromisso e prazer. São só duas páginas por semana, e sofro pra começar, mas terminar parece vencer uma maratona rs. Um abraço!
Essa edição me tocou fundo (ai, que loucura!) porque adoro ter escrito, mas odeio escrever. Dito isso, se eu ganhasse na loteria, escreveria felizão porque todo mundo precisa se voltar a alguma atividade regular e eu ficaria absolutamente charmoso escrevendo em um café à beira do Mediterrâneo.
Estou alinhada hahahahhaha
É um equívoco achar que porque gostou, gostará sempre. De alguém. Ou de uma prática. As experiências se sucedem, com elas o sujeito é outro, e o que outrora tinha determinada valência afetiva pode deixar de ter.
Entretanto, o não gostar indiscriminado, desgostar de tudo, e o olhar enviesado só para uma banda de tragédias, desviando só quando a tequila aparece, aí me parece um problema.
Cuide-se ; )
Moça, continue escrevendo, adorei ler, me identifiquei com muito do que tá aí.
muito obrigada pela leitura e pelo incentivo ❤️
"Mas como chamar de trabalho uma coisa que sequer tenho conseguido fazer?" tô num hiato e me identifiquei muito.
obrigada pela leitura :)
hoje sinto a escrita como uma atividade que precisa escapar um dessa lógica da engrenagem, e como é difícil escapar dela num dia cheio. fica sempre pra depois, mas depois também sempre chega.